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Priorado de Idiotas radical duas vezes por semana

 

Não sendo ainda perseguidos por repórteres da imprensa cor-de-rosa, já estamos na televisão. Duas vezes por semana e de seguida, para não dar descanso aos espectadores. E é com muito prazer e com os cotovelos fora da mesa que o Priorado toma o seu lugar n'A Última Ceia, onde contribui com a escrita e participa na produção dos vários momentos humorísticos deste programa.

 

As noites de 4ª e 5ª, na Sic Radical, assim pelas 23h25, nunca mais serão as mesmas.

 

 

 

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Priorado de Idiotas ameaça statu quo com piadas para sair da crise

 

Depois de as cabeças pensantes deste mundo terem falhado na condução dos destinos de milhões de almas e de carteiras, depois de nos terem afundado numa grande depressão, é tempo de buscar a salvação nos Idiotas! O Priorado de Idiotas tem a lata de se apresentar: somos idiotas e estamos aqui para resolver todos os problemas que comecem por “hoje em dia...” ou “no meu tempo é que era” e mesmo “já não há idiotas como antigamente”.

 

O Priorado de Idiotas é composto por sete indivíduos (já devidamente identificados pelas autoridades competentes). Guilherme, João, Jorge, Mário, Marta, Natércia e Tiago constituem a primeira linha do Priorado de Idiotas, um colectivo de humoristas com tendência para crescer e multiplicar-se. Amén!

 

O Priorado propõe-se a lançar a confusão em diversos formatos e suportes: rádio, televisão, imprensa, internet, cinema, eventos, teatro, telenovelas, sketchs, stand-up, sermões e qualquer outra possibilidade de um idiota fazer das suas. As coisas que não tiverem piada nós depois explicamos.



QUEM SOMOS


Guilherme Fonseca

O Guilherme (“gui” ou “o puto” para os outros idiotas) nasceu no dia 15 de Maio de 1987, por volta do meio-dia, interrompendo sem piedade o almoço de sua mãe. Licenciado num Curso de Cinema, da Escola Superior de Teatro e Cinema, especializado em argumento achou que a comédia era ainda mais segura como saída profissional que argumentista. Tem um blogue de comédia desde 2004 e perdeu a virgindade de palcos fazendo stand up no verão de 2006, já contando com diversas suadas, apreciadas e prazerosas actuações no seu curriculum, incluíndo duas aparições no “Sempre em Pé”. Cozinha comédia de vários tipos e formatos sendo que a sua especialidade em stand up comedy é um refogado de observação, com sarcasmo e ironia q.b., terminado com uma pitada de non-sense. Na escrita o que sair. Queimado se possível. Concluindo: homem simpático, afável e utilizador da terceira pessoa do singular em textos de apresentação, 1.74m, 66 kg, e adora rir a bandeiras despregadas da expressão “rir a bandeiras despregadas”…

 

João Silva

João Silva já havia tentado nascer em várias épocas interessantes como o Paleolítico ou a Idade Média, mas só arranjou vaga para 1981. Cresceu feliz num dos vários subúrbios de Lisboa - não, não foi em Massamá - e aos três anos pediu como prenda de Natal uma irmã em vez de um boneco fantástico dos Transformers. Foi a única vez que o Pai Natal lhe trouxe o que pedira, tendo os anos seguintes sido corridos a packs de roupa interior e “bombones rellenos”. A falta de jeito para o futebol arruinou as esperanças da família de que viesse a ter um emprego bem remunerado, e quando mudou para um curso de design as ditas esperanças já estavam mais que mortas. Optimista por natureza, decidiu começar a pôr por escrito as parvoíces que lhe iam na cabeça, nem que fosse apenas para mostrar como domina o Word.

 

Jorge Catarino

Jorge Catarino, nascido Bruna Prischila, veio a este mundo a 31 de Maio de 1985, tendo por isso pedido que lhe gravassem o Euro 84. Jorge Catarino é uma jóia de pessoa. À alcunha «acidente», dada pelos pais, ele prefere o termo «gravidez não planeada». Em 1978 padece de um parasita no cérebro, que o faz acreditar ser filho da Rainha-Mãe, exigindo, durante anos, ser chamado de Rainha-Filho. Recusa o uso das expressões «tiro ao alvo» e «tiro no escuro» por as considerar profundamente racistas, mas ladra sempre que vê um indivíduo de cor (sem, no entanto, especificar a cor do indivíduo). Tem por hobbies assistir a partos, revelar a crianças o significado da palavra «coito», e atender o telemóvel durante a missa, dizendo, «estavámos mesmo a falar de Ti». Após anos a abater gaivotas como forma de controlo demográfico, completa o curso de Pintura. As ofertas de emprego chovem, assim como a chuva, já que 2008 teve dos Invernos com maior pluviosidade dos últimos anos. Acaba, através de cunha, por se juntar aos Idiotas. E viveram felizes para sempre.


Mário Calado

Mário Calado Pedro, solteiro, escorpião de 73, alto e magro. Começou por estudar direito, mas “desistiu a tempo”. Negou-se na mesma altura à poesia. Mais tarde negou-se ao jornalismo, à informática, à função pública, ao empreendedorismo empresarial, cultural ou artístico. E também se negou à astrologia como o tinha feito antes à ciência e em tempos ao catolicismo. Recentemente tornou-se estúpido. De seguida, dedicou-se ao cinema. Hoje, alimenta-se do design gráfico e come comédia. Agora, tornou-se idiota. Escreve muito e fala demasiado.

 

Marta Spínola

Marta nasceu em 77. Não é filha de revolução, não é da geração do polegar. Podia ter sido de geração espontânea mas, como toda a gente, chegou de Paris trazida por uma cegonha. Os 32 anos seguintes são uma incessante corrida atrás do que podia mas não foi, queria mas não teve, sabe mas não faz. Arrepiam-na unhas em ardósia, sons provenientes de cavidades orais limítrofes e expressões como xiça penico. Gostava de ser mais alta. Só para quando contempla o mundo de olhar pensativo e mão no queixo, ter pernas longas e dignidade ao apoiar o cotovelo no joelho. Na outra mão gostava de ter um ceptro. Um pingalim. Ou um mjolnir. Tudo em nome da observação dos hábitos e costumes alheios. Quis ser princesa mas não as fazem como antes, pensou ser vencida da vida, mas Antero lembrou-se primeiro, quis acordar rato Mickey mas não aconteceu. Assim, juntou-se como idiota ao priorado e espera conseguir a sempre sonhada reforma em Napoli, com filhos de 40 anos em casa, fazendo pasta ao som de tarantelas.

 

Natércia Cardoso

Natércia Cardoso nasceu seis anos exactos depois do falecimento do prof. Doutor António de Oliveira Salazar e muito longe daqui. Nos anos 80 regressou aos ares pátrios, não com uma mala de cartão, que essa, presa nas barras do tejadilho a chuva já desfizera há muito, mas com um conjunto de valises de couro sintético, que é um eufemismo para plástico. Quando cresceu, mas não muito, resolveu-se por uma licenciatura em Biologia para ter a certeza que a sua vaga no desemprego ficava garantida. Depois, encontrou a luz no Priorado de Idiotas, onde pelas suas qualidades ímpares num escalão idiota ascendeu ao lugar mais alto, o de prioresa idiota e onde de vez em quando a deixam escrever qualquer coisita.

Tiago Caetano

Tiago DaCunha Caetano é, à falta de melhor conceito, um idiota e o seu media de eleição para o ajavardanço é a rádio. Ainda sendo um esquerdalho socialmente liberal, progressista e tolerante, possuo, ao nível da aquisição monetária, um alter-ego rufia, machista, ligeiramente xenófobo e levemente racista, classista e ordinário - Le Loup Fou. Muito à semelhança, portanto, do feitio do Presidente do Governo Regional de uma Autonomia que recuso nomear, a Madeira. Colocam-me, com diligente frequência, a questão da pertinência de conseguir dizer tanta merda junta, pelo que, para esses, aqui fica a receita de uma fabulosa masturbação de bacalhau. Coloque o bacalhau de molho juntamente com coisas e (...) Aproveito para informar que extractos de comédia ou menções jocosas e desagradáveis a personalidades vivas, mortas, ou até mesmo ao Artur Agostinho, proferidas enquanto humorista, deverão ser interpretadas como a mais pura e cândida das sátiras, podendo até não ser uma ideia partilhada por mim próprio enquanto pessoa. Humorista é pessoa? Nenhum animal ficou ferido durante a fabricação desta biografia e a morte por atropelamento do gato do vizinho não pode, de modo algum, ser imputada a este vosso amigo que vos escreve, tanto que já lavei o carro.

 

QUE FAZEMOS


A Última Ceia

 

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Talk-show de Rui Unas, com 50 minutos de boa conversa com dois convidados, momentos humorísticos e uma actuação musical ao vivo.

Todas as semanas, às 4ªs e 5ªs, às 23h25, na Sic Radical.

 

 

 

 

 

O Indesmentível

 

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Jornal on-line bi-diário, tri-horário, multi-satírico, concebido, escrito e produzido por gente sem um mínimo nem um máximo de qualificações, absolutamente dependente do riso e pluralista no tipo de bocas que se podem abrir para gargalhar.

 

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